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Brinquedos e Brincadeiras
Brinquedos e Brincadeiras

     Aqueles não aprendidos nas escolas, parques infantis ou clubes; existem brincadeiras e brinquedos que hoje conhecemos por passar de geração em geração. Possuem várias origens e participaram de várias etapas do desenvolvimento do país. Hoje, essas brincadeiras e brinquedos fazem parte da cultura do nosso povo e parte do folclore brasileiro que marcam os períodos por aqui vividos.

     Observei alguns brinquedos e brincadeiras populares, comuns em Nova Lima e pesquisei a origem de uns ou a prática de outros:

- Peteca.

     Os índios que viviam no Brasil antes do seu período de descobrimento utilizavam uma trouxa de folha cheia de pedras que eram amarradas numa espiga de milho. Brincavam de jogar esta trouxa de um lado para outro, chamavam-na de Pe’teka, que em tupi significa bater.

 

- Amarelinha.

     De origem francesa, a amarelinha chegou ao Brasil e rapidamente se tornou popular. A brincadeira consiste em um desenho formado por blocos numerados de 1 a 9, com semicírculos nas extremidades que são jogados com uma pedrinha que deve obedecer as paredes de cada bloco.

 

- Pipa.

     Cerca de 1000 anos antes de Cristo a pipa era utilizada como forma de sinalização, mas ao chegar ao Brasil, trazida pelos portugueses, a pipa se tornou somente uma forma de diversão. Ela voa através da força dos ventos e é controlada por uma corda que permite ao condutor deixá-la cada vez mais alta ou mais baixa.

 

- Ciranda.

     A ciranda, que é a dança mais famosa do Brasil, foi trazida de Portugal como dança adulta, mas logo sofreu transformações e passou a alegrar as brincadeiras infantis. É bastante utilizada ainda hoje em escolas, parques e espaços que prezam as brincadeiras antigas, passando-as às novas gerações, mostrando sua importância folclórica e cultural.

 

- Estilingue.

     Também conhecido por bodoque, era uma uma arma primitiva, construída com forquilha de madeira ou de metal, munida de tiras elásticas, com que se atiram pequenas pedras, ou outros pequenos projéteis. Hoje transformada em um brinquedo, é bem adverdo de sua origem.

 

- Pião.

     É o nome dado em português aos vários tipos de brinquedo que consistem, na brincadeira clássica e antiga, em puxar uma corda enrolada a um objecto afunilado, geralmente de madeira ou plástico e com uma ponta de ferro, colocando-o em rotação no solo, mantendo-se erguido. Atualmente, há novos materiais para piões e esses materiais permitem girá-los sem a utilização de uma corda. Nos piões mais antigos, a corda é o intermerdiário que transmite a força motriz dos braços, fazendo girar o pião em movimentos circulares em torno do próprio eixo que, em equílibro, gira (por causa da inércia) até perder sua força e parar.

 

- Queimada.

     Queimada é um jogo esportivo muito usado como brincadeira infantil. O material utilizado é uma bola de vôlei ou de borracha, de tamanho médio. O local é um terreno plano, de forma retangular, demarcado por linhas que deve ter mais ou menos 16 m de comprimento por 8 m de largura, sendo dividido em dois campos iguais, por uma linha reta e bem visível traçada no solo. O tamanho do terreno pode variar conforme o número de jogadores.

     O jogo pode conter vinte ou mais jogadores. As qualidades desenvolvidas são movimento, destreza, domínio e cooperação. O objetivo do jogo é fazer o maior número possível de prisioneiros em cada campo. O grupo vencedor será aquele que fizer o maior número de prisioneiros dentro de um tempo pré-estabelecido, ou então, aquele que aprisionar todos os jogadores adversários.

 

- Pique-Pega.

     O grupo escolhe quem será o pegador tirando zerinho ou um (ou dois ou um; confira na categoria fórmula de escolha). Depois, os dois últimos participantes tiram par ou ímpar: quem perder será o pegador. Um lugar é escolhido para ser o pique, onde os participantes podem parar e descansar um pouco sem serem pegos. O pique pode ser uma árvore, uma calçada, um portão. Todos correm para fugir do pegador. Se o pegador encostar em alguém, esse participante passa a ser o pegador.

 

- Polícia e ladrão.

     A turma é dividida em dois grupos: o da polícia e o dos ladrões. Para escolher como o grupo será dividido, dois participantes tiram o pô (ou joquempô). Quem ganha escolhe um participante. E segue assim até que as duas equipes sejam formadas, com o mesmo número de integrantes. Com os grupos formados, uma pessoa de cada equipe tira pô novamente para saber quem será polícia e quem será ladrão. Se o time que ganhou escolher ser ladrão, todos devem correr. Se optar por ser polícia, deve contar até dez e correr para pegar os outros participantes.

 

- Cabra-cega.

     Os participantes escolhem quem será a cabra-cega, que deverá ser vendada. O resto da turma se espalha. O grupo pergunta: "Cabra-cega de onde você veio?". A cabra-cega responde um lugar, que pode ser a casa, a fazenda, a escola... A turma pergunta: "O que trouxe para nós?". A cabra-cega responde algo. Por exemplo, se veio da fazenda, pode dizer leite. A turma pergunta: "Vai dar um pouco pra nós?". A cabra-cega responde: "Não!" E aí a brincadeira começa com gritos. A criançada faz barulho para que a cabra-cega consiga se localizar. Se ela alcançar alguém, tem que dizer o nome dessa pessoa. Se acertar, a pessoa será a cabra-cega; se errar, continuará sendo o pegador.

 

 

 

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